27/jul 19h Largo de Donães | Guimarães
28/jul 19h Jardim D. Maria II (topo sul) | V. N. Famalicão
29/jul 11h Largo S. João Souto | Braga
Espetáculo de circo contemporâneo que remete para a ruralidade, a sua desconstrução e imaginário sob um ponto de vista urbano e contemporâneo. Investigação artística através da relação do corpo e do objeto em cruzamento com a instalação plástica, composição sonora e iluminação.
Partindo da ideia do trabalho original e primário e do seu lugar no espaço urbano atual, escolhemos um objeto que cava os tempos até hoje – a enxada. Símbolo de trabalho, de ligação entre o passado e o presente, de repetição e equilíbrio comuns ao circo contemporâneo.
Uma alusão poética ao trabalho da terra através de um objeto/alfaia ancestral que relaciona o homem com a paisagem. Incorporação irónica e pontual de objetos contemporâneos que servem de contraponto à enxada. Partindo do ritual, da repetição, atravessando o esforço e resistência para chegar à germinação. Explorar a desconstrução da enxada trazendo o espírito da materialidade rural para o contexto urbano, crescentemente imaterial/evanescente.