São nómadas contemporâneos!
Passageiros das suas próprias viagens.
Constroem narrativas abstratas a partir de percursos poéticos e efémeros e no espaço. Pelo caminho vão encontrando e acumulando… O seu património é material e imaterial.
Questionam o excesso, a carência, o desperdício, o alto consumo, a sociedade fabricada, a natureza bruta… a memória individual e a consciência coletiva, da e na, sociedade contemporânea. Passam uma noite, mas seguem viagem… numa deambulação contínua, resultante duma necessidade compulsiva de avançar nesta mobilidade da utopia!
Espetáculo vencedor da primeira Bolsa de Criação Isabel Alves Costa.